União Recreativa e Desportiva de Fontanelas e Gouveia

União Recreativa e Desportiva de Fontanelas e Gouveia

A nossa história começou com a música... A União Recreativa e Desportiva de Fontanelas e Gouveia faz a união destas duas aldeias da freguesia de S. João das Lampas. Nasceu num espaço provisório, situado no antigo talho e na casa contígua, denominada “Casa do Sôlho”. Foi neste espaço que, a partir de 1940, se começaram a organizar os primeiros bailes em Fontanelas. E estes bailes despertaram a curiosidade da rapaziada para a música…. A U.R.D.F.G. nasce num espaço provisório, situado no antigo talho e na casa contígua, denominada “Casa do Solho”. Foi neste espaço que, a partir de 1940, se começaram a organizar os primeiros bailes em Fontanelas, estes bailes despertaram a curiosidade da rapaziada para a música. Facto esse que levou à formação do “Sax Jazz Flor d’Aldeia” este funcionou como escola de música de 1940 a 1942, e cujos os fundadores foram: António Diogo (António Pedreiro) António João Saraiva Francisco da Silva Alexandre (Chico Ferreiro) Francisco Luís Jorge (Francisco Caracol) Joaquim João Jorge (Joaquim Caxiné) José Joaquim Franco (José Tanoeiro) Sabino João Domingues (Sabino Cabeleira) Ventura Alexandre Jorge (Ventura da Amélia) Em 1942, este grupo de pessoas organizou-se e iniciou o que é hoje denominado União Recreativa e Desportiva de Fontanelas e Gouveia, funcionando então na chamada “Casa do Manel Pedreiro”. Foi em 15 de Agosto que o grupo de músicos, do então denominado “Jazz Flor d’Aldeia” percorreu as ruas da aldeia mostrando à população os seus dotes musicais, terminando a actuação na nova sede. Os primeiros músicos formados na “casa” foram: Almerindo Jorge da Silva António João Saraiva Domingos Dias Morais (Estôpa) Domingos Paulo (Peles) Francisco Alexandre da Silva (Chico Ferreiro) Guilherme Diogo José Jacinto da Silva (Zé Barbichas) Este momento marcou definitivamente o nascimento da nossa colectividade, contando com os seus primeiros sócios, que foram: Francisco de Oliveira (Chico Mariano) Domingos Oliveira (Ratão) Nicolau dos Reis Júlio dos Santos (Palpito) José da Silva Alexandre (Zé Ferreiro) Com o passar dos anos e com a grande afluência que se verificava nos bailaricos, juntamente com a fama do “Jazz Flor d’Aldeia” e do Grupo de Teatro, era essencial um novo espaço, mais amplo e com melhores condições. Assim, em finais de 1962 formou-se uma comissão encarregue da construção de uma nova sede, a actual, composta pelos seguintes sócios: Álvaro de Barros Diogo António Caetano da Fonseca (Pinéu) António João Saraiva António Paulo (Soca) António Paulo dos Santos (António Carrombão) Francisco da Silva Alexandre (Chico Ferreiro) Francisco José Bicho (Chico Fatalo) Henrique Machado de Oliveira (Henriques Pintor) José dos Santos Isidoro (Carvalhal) José Luís Paulo (Zé Paulos) José Nunes Pereira (Sapateiro) Nelo Pinto (Alfaiate) Teodoro Carlos Virgínio Martins Nos dias de hoje, sonhamos com um projecto, que está em andamento, a transformação das actuais instalações numa infra-estrutura moderna, com capacidades de receber, apoiar e cultivar os sócios e a população de Fontanelas e Gouveia em geral. A Revista faz parte das nossas vidas... O Teatro de Revista de Fontanelas e Gouveia nasce fruto da iniciativa de José Valentim Lourenço, com o seu talento para escrever versos, aliado ao seu espírito carnavalesco, deram origem às tradicionais cegadas de rua. Estas, realizadas pelo Carnaval, eram compostas por seis ou sete personagens que retratavam cenas de cariz popular. Em 1964, José Valentim Lourenço escreve e encena um programa de variedades, com o qual o grupo de teatro sobe ao palco pela primeira vez, dando assim continuidade às cegadas carnavalescas e dando início a um palmarés de êxitos. 1972 - A primeira Revista, Novas sementes. 1973 - Revista, Criada provinciana. 1974 - Revista, Simplesmente saloia. 1975 - Revista, Até parece verdade. 1976 - Revista, Que se passa camarada. 1977 - Revista, Minha aldeia, minha gente. 1979 - Revista, Sangue na guelra. 1981 - Revista, Pouca guita que o Papagaio vai alto. 1984 - Revista, Quentes e boas. 1989 - Os 25 anos, surge a revista, Bodas de prata. 1993 - Revista, Chupa que se apaga. 1997 - Revista, O fim da macacada. 2001/02 - Revista, Gaivotas em terra. O inesperado desaparecimento de José Valentim Lourenço leva ao encerramento dos espectáculos, ainda no seu auge. 2004/05 - Pilar Valentim Lourenço, reunindo muita força e muita vontade e cumprindo uma promessa de José Valentim Lourenço, leva a cena a revista comemorativa dos 40 anos do Teatro de Fontanelas e Gouveia, com o titulo, 40 Anos de Gargalhadas. 2008 - Revista, Malaquias e Companhia. Desta vez da autoria do João Carlos, discípulo do José Valentim Lourenço. 2010/11 - Da autoria de Pilar Valentim Lourenço, a revista, A rir é que a gente se entende. 2014/15 - Certamente teremos os “50 Anos de Gargalhadas”, fica já o convite para comemorarmos os 50 anos de Teatro de Revista à Portuguesa, obra iniciada pelo José Valentim Lourenço e continuada pelo Grupo de Teatro de Fontanelas e Gouveia. Inscrito na Confederação das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto com n.º 1174
Morada.: Estrada de São Mamede, 1 - Fontanelas - 2705-637 SÃO JOÃO DAS LAMPASTel.: 219293015 | E-mail: urdfg.geral@gmail.com | Site: www.urdfg.blogs.sapo.pt